O que é Câncer
Câncer é o nome genérico para um
grupo de mais de 200 doenças. Embora existam muitos tipos de câncer, todos
começam devido ao crescimento anormal e fora de controle das células. É
também conhecido como neoplasia. A ciência que estuda o câncer se denomina
Oncologia e é o oncologista o profissional que trata a doença. Os
cânceres que não são tratados podem causar doenças graves e morte.
As Células Normais do Corpo
O corpo é composto de trilhões de células vivas. Essas células normais do corpo crescem, se dividem e morrem de forma ordenada. Durante os primeiros anos de vida de uma pessoa, as células normais se dividem mais rapidamente para permitir que a pessoa se desenvolva. Depois, na fase adulta, a maioria das células se divide apenas para substituir células desgastadas ou células que morrem ou para reparar danos.
Como o Câncer Começa
O câncer se inicia quando as células de algum órgão ou tecido do corpo começam a crescer fora de controle. Esse crescimento é diferente do crescimento celular normal. Em vez de morrer, as células cancerosas continuam crescendo e formando novas células anômalas. As células cancerosas também podem invadir outros tecidos, algo que as células normais não fazem. O crescimento fora de controle e invadindo outros tecidos é o que torna uma célula em cancerosa.
O corpo humano é formado por milhões de células que se reproduzem por meio de um processo chamado divisão celular. Em condições normais, esse processo é ordenado e controlado e é responsável pela formação, crescimento e regeneração dos tecidos saudáveis do corpo.
Em contrapartida, existem situações nas quais estas células, por razões variadas, sofrem uma mudança tecnicamente chamada de carcinogênese, e assumem características aberrantes quando comparadas com as células normais.
Essas células perdem a capacidade de limitar e controlar o seu próprio crescimento passando, então, a multiplicarem-se muito rapidamente e sem nenhum controle.
As células se tornam cancerosas devido a um dano no DNA. O DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas de todas as células. Nós normalmente nos parecemos com nossos pais, porque eles são a fonte do nosso DNA. No entanto, o DNA nos afeta muito mais do que isso.
Alguns genes têm instruções para controlar o crescimento e a divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células à morte no momento certo são denominados genes supressores do tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações no DNA que se transformam em oncogenes ou por desativação dos genes supressores do tumor.
As pessoas podem herdar um DNA anômalo, mas a maioria dos danos do DNA é causada por erros que ocorrem quando a célula normal está se reproduzindo ou por exposição a algum elemento no meio ambiente. Às vezes, a causa do dano no DNA pode ser algo óbvio, como o tabagismo ou a exposição ao sol. Mas é raro saber exatamente o que causou o câncer de determinada pessoa.
Na maioria dos casos, as células cancerígenas formam um tumor. No entanto alguns cânceres, como no caso da leucemia, raramente formam tumores. Em vez disso, estas células cancerosas acometem o sangue e órgãos hematopoiéticos e circulam por tecidos onde elas se desenvolvem.
Como o Câncer se Espalha
As células cancerosas costumam se espalhar para outras partes do corpo onde elas começam a crescer e formar novos tumores. Isso acontece quando as células cancerosas entram na corrente sanguínea ou nos vasos linfáticos do corpo. Ao longo do tempo, os tumores irão substituir o tecido normal. Esse processo de disseminação do câncer é denominado metástase.
Como os Cânceres se Diferenciam
Independente do local para onde a doença de espalhou, o tipo de câncer leva o nome do local onde se originou. Por exemplo, o câncer de mama que se disseminou para o fígado é denominado câncer de mama metastático, e não câncer de fígado. Da mesma forma, o câncer de próstata que se espalhou para os ossos é chamado de câncer de próstata metastático, e não tumor ósseo.
Diferentes tipos de câncer podem se comportar de formas distintas. Por exemplo, o câncer de pulmão e o câncer de pele são doenças muito diferentes, que se desenvolvem de formas diferentes e respondem a distintos tipos de tratamentos. Por essa razão os pacientes com câncer precisam receber o tratamento adequado para seu tipo de câncer.
Entendendo os Diferentes Tipos de Câncer
Os tipos de câncer podem ser agrupados em categorias mais amplas. As principais categorias de câncer incluem:
As Células Normais do Corpo
O corpo é composto de trilhões de células vivas. Essas células normais do corpo crescem, se dividem e morrem de forma ordenada. Durante os primeiros anos de vida de uma pessoa, as células normais se dividem mais rapidamente para permitir que a pessoa se desenvolva. Depois, na fase adulta, a maioria das células se divide apenas para substituir células desgastadas ou células que morrem ou para reparar danos.
Como o Câncer Começa
O câncer se inicia quando as células de algum órgão ou tecido do corpo começam a crescer fora de controle. Esse crescimento é diferente do crescimento celular normal. Em vez de morrer, as células cancerosas continuam crescendo e formando novas células anômalas. As células cancerosas também podem invadir outros tecidos, algo que as células normais não fazem. O crescimento fora de controle e invadindo outros tecidos é o que torna uma célula em cancerosa.
O corpo humano é formado por milhões de células que se reproduzem por meio de um processo chamado divisão celular. Em condições normais, esse processo é ordenado e controlado e é responsável pela formação, crescimento e regeneração dos tecidos saudáveis do corpo.
Em contrapartida, existem situações nas quais estas células, por razões variadas, sofrem uma mudança tecnicamente chamada de carcinogênese, e assumem características aberrantes quando comparadas com as células normais.
Essas células perdem a capacidade de limitar e controlar o seu próprio crescimento passando, então, a multiplicarem-se muito rapidamente e sem nenhum controle.
As células se tornam cancerosas devido a um dano no DNA. O DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas de todas as células. Nós normalmente nos parecemos com nossos pais, porque eles são a fonte do nosso DNA. No entanto, o DNA nos afeta muito mais do que isso.
Alguns genes têm instruções para controlar o crescimento e a divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células à morte no momento certo são denominados genes supressores do tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações no DNA que se transformam em oncogenes ou por desativação dos genes supressores do tumor.
As pessoas podem herdar um DNA anômalo, mas a maioria dos danos do DNA é causada por erros que ocorrem quando a célula normal está se reproduzindo ou por exposição a algum elemento no meio ambiente. Às vezes, a causa do dano no DNA pode ser algo óbvio, como o tabagismo ou a exposição ao sol. Mas é raro saber exatamente o que causou o câncer de determinada pessoa.
Na maioria dos casos, as células cancerígenas formam um tumor. No entanto alguns cânceres, como no caso da leucemia, raramente formam tumores. Em vez disso, estas células cancerosas acometem o sangue e órgãos hematopoiéticos e circulam por tecidos onde elas se desenvolvem.
Como o Câncer se Espalha
As células cancerosas costumam se espalhar para outras partes do corpo onde elas começam a crescer e formar novos tumores. Isso acontece quando as células cancerosas entram na corrente sanguínea ou nos vasos linfáticos do corpo. Ao longo do tempo, os tumores irão substituir o tecido normal. Esse processo de disseminação do câncer é denominado metástase.
Como os Cânceres se Diferenciam
Independente do local para onde a doença de espalhou, o tipo de câncer leva o nome do local onde se originou. Por exemplo, o câncer de mama que se disseminou para o fígado é denominado câncer de mama metastático, e não câncer de fígado. Da mesma forma, o câncer de próstata que se espalhou para os ossos é chamado de câncer de próstata metastático, e não tumor ósseo.
Diferentes tipos de câncer podem se comportar de formas distintas. Por exemplo, o câncer de pulmão e o câncer de pele são doenças muito diferentes, que se desenvolvem de formas diferentes e respondem a distintos tipos de tratamentos. Por essa razão os pacientes com câncer precisam receber o tratamento adequado para seu tipo de câncer.
Entendendo os Diferentes Tipos de Câncer
Os tipos de câncer podem ser agrupados em categorias mais amplas. As principais categorias de câncer incluem:
- Carcinoma - Câncer que começa na pele ou nos tecidos que revestem ou cobrem os órgãos internos. Existe um número de subtipos de carcinoma, incluindo adenocarcinoma, carcinoma de células basais, carcinoma de células escamosas e carcinoma de células de transição.
- Sarcoma - Câncer que começa no osso, cartilagem, gordura, músculo, vasos sanguíneos ou outro tecido conjuntivo ou de suporte.
- Leucemia - Câncer que começa no tecido produtor de sangue, como a medula óssea, e provoca um grande número de células anormais do sangue produzidas e entrando no sangue.
- Linfoma e Mieloma - Cânceres que começam nas células do sistema imunológico.
- Cânceres do Sistema Nervoso Central - Cânceres que começam nos tecidos do cérebro e da medula espinhal.
Tumores Benignos
Nem todos os tumores são câncer. Os tumores que não são cancerosos são denominados benignos. Os tumores benignos podem causar problemas, como crescerem em demasia e pressionarem outros órgãos e tecidos saudáveis. Mas eles não podem invadir outros tecidos e órgãos. Dessa forma, eles não podem se espalhar para outras partes do corpo (metástase).
Câncer não é
Um tumor benigno que usualmente pode ser removido e que na maioria dos casos não volta a aparecer, não se espalha pelo corpo e não ameaça a vida do paciente.
Uma sentença de morte, atualmente muitos pacientes são tratados com sucesso sobre tudo quando a doença é diagnosticada precocemente.
O Câncer é Comum?
Metade do total de homens e um terço do total de mulheres irão desenvolver câncer em algum momento de suas vidas.
Hoje, milhões de pessoas estão vivendo com câncer ou tiveram câncer. O risco de desenvolver vários tipos de neoplasias pode ser reduzido com mudanças no estilo de vida de uma pessoa, por exemplo, não fumar, limitar o tempo de exposição ao sol, ser fisicamente ativo e manter uma alimentação saudável.
Por outro lado, existem os exames de rastreamento que podem ser realizados para alguns tipos de câncer, para que possa ser realizado o diagnóstico precoce da doença, quando as chances de cura são melhores do que quando é diagnosticada em estágios mais avançados
Historio do câncer no Brasil
1872
·
Primeira observação documentada de
transmissibilidade hereditária do câncer, feita pelo médico oftalmologista
Hilário de Gouveia.
1911
·
O
periódico médico Archivos Brasileiros de Medicina passa a publicar a“Seção
permanente do cancro”, dirigida pelo médico Álvaro Ramos. É o primeiro espaço
editorial voltado exclusivamente para o tema.
1919
·
Criação
do Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP). Surgimento da primeira
instância de saúde pública com ações direcionadas ao câncer: a Inspetoria da
Lepra, Doenças Venéreas.
2012
·
Lançamento
do Programa Nacional de Qualidade da Mamografia.
Obs : na escala evolutiva no câncer no Brasil em nenhum momento fala-se em tratamento somente campanhas pra prevenção e criação de leitos(locais onde você vai esperar a morte e eles estuda seu câncer )
Cientistas sugerem que câncer é uma doença moderna, causada pelo homem
Eles
avaliaram restos mortais e escrituras da Grécia e Egito Antigo e fizeram o
primeiro diagnóstico de câncer em uma múmia. Foram quase mil corpos estudados e
somente um caso encontrado da doença, prova de que ela era muito rara na
antiguidade. Desde a Revolução Industrial, no século 18, no entanto, os
índices de câncer têm crescido, inclusive o infantil,
Os
pesquisadores investigaram a doença com dados de cerca de mil anos de corpos,
assim, têm uma perspectiva histórica mais completa dela. "Em sociedades
industriais, o câncer é a segunda causa de morte. Mas, na antiguidade, ele era
extremamente raro. Não há nada no ambiente natural que causa câncer. Então ele
tem que ser uma doença criada pelo homem, por meio da poluição, mudanças de
dieta e estilo de vida", diz Rosalie David, professora da Faculdade Life
Sciences.
Obs : Então ele tem que ser uma doença criada pelo homem, por meio da poluição, mudanças de dieta e estilo de vida", diz Rosalie David, professora da Faculdade Life Sciences.
O primeiro
câncer diagnosticado do mundo pelos pesquisadores, foi um tumor retal em uma
múmia de identidade desconhecida que viveu entre 200 e 400 antes de Cristo.
"Em uma sociedade antiga sem intervenções cirúrgicas, as evidências de
câncer deveriam ficar em todos os casos. A falta de tumores em múmias deve ser
interpretada como indício de que doença era muito rara na
antiguidade, indicando que os fatores causadores de câncer estão limitados à
sociedades afetadas pela moderna industrialização", diz o professor
Michael Zimmerman, responsável pelo diagnóstico.
Argumentos de que as sociedades antigas não viviam tanto para desenvolverem
a doença são verdadeiros, mas os gregos e egípcios antigos viviam o suficiente
para desenvolverem aterosclerose e osteoporose, e, hoje, o câncer nos ossos
ataca mais as crianças. Sobre este argumento, a New Scientist menciona que a
equipe avaliou múmias de pessoas que morreram com menos de 50 anos e os casos
de câncer modernos acometem mais frequentemente os mais velhos. Na avaliação da literatura de várias épocas, conforme a equipe avançava, apareciam as primeiras descrições de operações de câncer. E os primeiros relatos de tumores diferentes só apareceram nos últimos 200 anos, como o de escroto em limpadores de chaminé, em 1775, e de nariz em usuários de rapé, em 1761.
Dieta e evolução
Embora o conhecimento científico das necessidades
nutricionais humanas seja relativamente recente, e de fato continua a se
desenvolver, a necessidade nutricional dos seres humanos tem evoluído ao longo
de milhões de anos, sendo impulsionada pela adaptação ao meio ambiente e
social. Contudo, a dieta moderna mudou muito rápido, de modo que nosso sistema
fisiológico não conseguiu se adaptar.
Ao longo dos milhões de anos de evolução humana,
os seres humanos viviam em pequenos grupos em constante movimento, acompanhando
as mudanças na vegetação e a migração dos animais. A alimentação era baseada em
plantas e animais silvestres, um processo que representava mais de 99% da dieta
humana na era pré histórica.
Esta dieta teria em sua composição raízes
comestíveis, folhas, frutos, castanhas, feijões silvestres, pequenos animais,
peixes e mariscos e ocasionalmente, carne de animais maiores, como mamutes e
bisões.
Uma grande variedade de alimentos era consumida,
incluindo centenas de espécies diferentes de frutas e vegetais. Usando
evidências a partir de primatas e grupos de caçadores-coletores que ainda vivem
em partes remotas do mundo, estima-se que as dietas eram compostas de
aproximadamente 100 a 150 diferentes espécies de animais e plantas, ou seja,
uma variedade muito além do que nós consumimos hoje.
Comparado com os humanos modernos, os
caçadores-coletores pré históricos ingeriam uma maior quantidade de proteína,
vitaminas e minerais. A maior parte dos carboidratos eram provenientes de
frutas, além de baixa ingestão de gorduras saturadas. E dependendo da época, a
própria ingestão de calorias também teria sido baixa. Além disso, a razão entre
ômega-3 e ômega-6, ácidos graxos essenciais, era estimada como sendo a mesma, 1
para 1.
Este estilo de vida nômade teria persistido
durante grande parte da existência humana, e só recentemente grandes mudanças
ocorreram. A primeira destas transformações está na substituição dos alimentos
selvagens pelos cultivados.
Há cerca de 10.000 anos, o clima da Terra estava
em plena mudança. O resultado foi o desaparecimento de alguns dos animais
tradicionalmente caçados pela espécie humana, o que favoreceu o surgimento da
agricultura, iniciada com intuito de cultivar plantas e domesticar animais para
alimentação.
O desenvolvimento da agricultura induziu mudanças
significativas no padrão nutricional dos seres humanos. Uma delas foi a
dependência crescente de grãos proveniente dos cereais, os tornando o principal
alimento consumido, sendo responsável por 40-90% das calorias ingeridas, além
da substituição das frutas e legumes como a principal fonte de energia. O
consumo de frutas e vegetais caiu 20% e, ao mesmo tempo, reduzimos o consumo de
vitaminas e minerais.
Como o consumo de grãos aumentou, o consumo de
carne, particularmente a selvagem, diminuiu. Um dos resultados foi a alteração
da relação anteriormente igual de ômega-3 e ômega-6 para uma maior proporção de
gorduras omega-6 na dieta.
Sem surpresa, esta mudança nos padrões de consumo
de alimentos e nutrientes teve um impacto altíssimo. Estudos apontam para um
declínio acentuado na saúde, quando os seres humanos evoluíram de uma cultura
de caçadores-coletores para uma vida voltada para a agricultura. Doenças como a
osteoporose, cárie dentária e anemia aumentaram e também houve uma redução
considerável da estatura entre os humanos.
A mudança do estilo de vida nômade para a
sociedade voltada para a agricultura tradicional resultou em uma transformação
relativamente rápida na dieta humana.
No espaço de apenas séculos, a dieta que se
desenvolveu ao longo de milhões de anos foi essencialmente substituída.
Alterações continuaram a acontecer ao passar dos anos e uma segunda revolução
agrícola deu-se início. Houve uma elevação na produtividade e muitos anos
depois, com o aumento das navegações, houve uma explosão do comércio mundial,
favorecendo a troca de produtos alimentícios antes presentes apenas em
localidades específicas.
A Revolução Industrial
A partir do final do século 18, a Revolução Industrial
alterou significativamente a forma como o alimento é produzido e consumido. Na
Grã-Bretanha a população agrícola foi expulsa de suas terras para que o
crescimento das fábricas fosse possível, o que ocasionou a imigração de uma
grande massa de pessoas para os centros urbanos. A chegada de um grande número
de trabalhadores em vilas e cidades fez com que a produção de alimentos
“baratos” (empresário busca o lucro) aumentasse exponencialmente a fim de
suprir toda essa nova demanda.
Esta
necessidade levou, em parte, à mudanças tanto na forma, bem como, no preparo
dos alimentos. Novos métodos de preservação – como conservas e congelamento –
juntamente com a revolução das máquinas a vapor permitiu o transporte de grãos
e outros alimentos por grandes distâncias mais rapidamente e com menor custo. O
comércio mundial de alimentos havia realmente se iniciado, trazendo consigo
novos alimentos. Junto com os novos métodos de preservação, novos métodos de
processamento foram introduzidos. Impulsionados pelas máquinas de moagem a
vapor, os novos sistemas preparavam o refino da farinha de forma mais barata e
mais eficiente. A consequente queda dos preços do trigo, fez o pão branco e
alimentos como biscoito e massas tornarem-se disponíveis para uma grande massa
da população.
Embora fosse
desconhecido na época, este novo método de moagem do trigo em farinha branca
estava alterando a composição dos micronutrientes e fibras no produto.
Vitaminas normalmente encontradas no trigo foram sendo perdidas no novo
processo de fabricação, com a farinha branca contendo menos do que um quarto do
zinco, magnésio, vitamina B6 e vitamina E, quando comparada a farinha integral.
Outro novo
fator no processamento dos alimentos foi o desenvolvimento da extração de óleos
vegetais a partir de técnicas de alta pressão para o uso em alimentos
processados. A medida que o consumo desses alimentos processados começou a
subir, o mesmo aconteceu com o consumo de gorduras omega-6, derrubando ainda mais
o equilíbrio em relação ao omega-3.
Ao mesmo
tempo, o consumo de carne aumentou dramaticamente. Considerando que uma pessoa
média na Europa consumia apenas 200 gramas de carne por ano antes de 1800, esse
número aumentou para cerca de 45 quilos por pessoa por ano, durante o século
19.
ADITIVOS
QUÍMICOS ALIMENTARES - TOXICOLOGIA
As necessidades modernas de armazenagem, estocagem, conservação e
distribuição de alimentos exigiram o uso de produtos químicos que passaram,
conseqüentemente, a fazer parte do nosso organismo, acarretando muitos
problemas. Embora sob o ponto de vista tecnológico sejam inegáveis os
benefícios alcançados com o uso de aditivos em alimentos, existe uma
preocupação constante quanto aos riscos toxicológicos potenciais decorrentes da
ingestão diária desta substâncias químicas.
Corantes artificiais, em particular, têm sido objeto de muitas críticas pelo fato do seu emprego ser desnecessário em uma grande variedade de alimentos, justificando-se seu uso apenas por questão de costume e hábitos alimentares. Em geral, o emprego de corantes em alimentos se apoia na importância da aparência do produto para a sua aceitabilidade, visando atingir, principalmente, o consumidor infantil, que é muito atraído por cores.
Infelizmente, o consumidor por si só é incapaz de controlar a própria exposição aos diferentes aditivos presentes em baixos teores nos alimentos e, conseqüentemente, não pode avaliar se o benefício recebido justifica o risco a que está exposto.
Hoje comprova-se que a maior parte das doenças, principalmente as degenerativas, são provocadas pela alimentação desequilibrada e degenerada. Os intelectuais, em um passado não muito distante, morriam de moléstias pulmonares, hoje, de acidentes circulatórios. O câncer dizima bebês, jovens e velhos; as dermatoses estão aí, desafiando todo tipo de terapia ortodoxa, com suas recidivas. Seis doenças mortais vêm basicamente da comida gordurosa, refinada, açucarada, salgada ou cheia de produtos químicos do século 20: câncer, diabete, arteriosclerose, cirrose hepática, problemas cardíacos e cérebro-vascular.
Corantes artificiais, em particular, têm sido objeto de muitas críticas pelo fato do seu emprego ser desnecessário em uma grande variedade de alimentos, justificando-se seu uso apenas por questão de costume e hábitos alimentares. Em geral, o emprego de corantes em alimentos se apoia na importância da aparência do produto para a sua aceitabilidade, visando atingir, principalmente, o consumidor infantil, que é muito atraído por cores.
Infelizmente, o consumidor por si só é incapaz de controlar a própria exposição aos diferentes aditivos presentes em baixos teores nos alimentos e, conseqüentemente, não pode avaliar se o benefício recebido justifica o risco a que está exposto.
Hoje comprova-se que a maior parte das doenças, principalmente as degenerativas, são provocadas pela alimentação desequilibrada e degenerada. Os intelectuais, em um passado não muito distante, morriam de moléstias pulmonares, hoje, de acidentes circulatórios. O câncer dizima bebês, jovens e velhos; as dermatoses estão aí, desafiando todo tipo de terapia ortodoxa, com suas recidivas. Seis doenças mortais vêm basicamente da comida gordurosa, refinada, açucarada, salgada ou cheia de produtos químicos do século 20: câncer, diabete, arteriosclerose, cirrose hepática, problemas cardíacos e cérebro-vascular.
Obs:(
mais uma vez o câncer ligado a dieta e conservantes)
O
câncer dizima bebês, jovens e velhos; as dermatoses estão aí, desafiando todo
tipo de terapia ortodoxa, com suas recidivas. Seis doenças mortais vêm
basicamente da comida gordurosa, refinada, açucarada, salgada ou cheia de
produtos químicos do século 20: câncer, diabete, arteriosclerose, cirrose
hepática, problemas cardíacos e cérebro-vascular.
Alguns dos principais problemas causados
pelos
Aditivos:
1. Aromatizantes:
Trabalhos científicos têm demonstrado que o Glutamato monossódico produz
reações farmacológicas, possui risco tóxico a longo prazo e que produz danos
cerebrais a animais recém-nascidos.
Segundo o "Australian Medical Journal": "O uso de aromatizantes pode determinar alergias respiratórias ou da pele, retardo de crescimento, perturbações metabólicas variadas, diminuição da resistência e câncer em animais de laboratório".
Segundo o "Australian Medical Journal": "O uso de aromatizantes pode determinar alergias respiratórias ou da pele, retardo de crescimento, perturbações metabólicas variadas, diminuição da resistência e câncer em animais de laboratório".
2.
Corantes:
Declaração
do comitê misto FAO/OMS: "Com relação aos corantes alimentares em geral,
deve-se insistir em adquirir conhecimentos do metabolismo, pois que muitos dos
tais compostos por sua natureza química tendem a originar produtos de
decomposição potencialmente tóxicos, seja por ação de microrganismos ou por
transformações metabólicas no organismo".
Estudos desenvolvidos têm demonstrado que os corantes estão diretamente relacionados com a hiperatividade em crianças.
Estudos desenvolvidos têm demonstrado que os corantes estão diretamente relacionados com a hiperatividade em crianças.
3. Conservantes:
Embora tido como inofensivo mesmo em grandes quantidades, sabe-se que o uso do ácido benzóico produz irritação da mucosa digestiva e seus metabólitos urinários. O ácido hipúrico e o ácido benzoilglicurônico produzem irritação das células que revestem a bexiga, estando ligados possivelmente à formação de tumores vesicais. O nitrito de sódio ou de potássio, usado para conservar e conferir a bela cor vermelha das carnes, é outro produto sob suspeita: pode reagir com aminas, substâncias encontradas naturalmente nos alimentos, e formar nitrosaminas, comprovadamente cancerígenas.
4. Antioxidantes:
Geralmente causam danos à saúde, mesmo abaixo das "doses diárias permitidas", pois interferem no metabolismo como um todo. Produzem aumento de cálculos renais, ação tóxica sobre o fígado, reações alérgicas, descalcificação e redução da absorção do ferro.
Estes são alguns exemplos de efeitos tóxicos causados pela ingestão inadequada de alimentos. Freqüentemente, estudos demonstram problemas em aditivos anteriormente considerados inócuos. Outro fator agravante é que não se coloca nos rótulos a quantidade de aditivos adicionada, nem a quantidade tolerada pelo homem.
Alimentação brasileira
Manter a
saúde em bom estado é um desafio que se renova a cada dia, com muitos caminhos
para se alcançar o mesmo objetivo. É quase impossível não ser atingido pelos
males da evolução científica, contudo, manter-se informado e analisar todas as
coisas é um caminho para fugir de certos riscos. Procurar examinar os
alimentos, aprender a ler os rótulos e, saber pelo menos o que significam
aqueles códigos do tipo H.I, A.I, P.II, etc, para poder comer de modo mais
seguro prevê
No Brasil, observa-se que os tipos de câncer que se relacionam aos hábitos alimentares estão entre as seis primeiras causas de mortalidade por câncer. O perfil de consumo de alimentos que contêm fatores de proteção está abaixo do recomendado em diversas regiões do país. De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, que em 2010 entrevistou 54.367 pessoas, o padrão alimentar no país mudou para pior.
No Brasil, observa-se que os tipos de câncer que se relacionam aos hábitos alimentares estão entre as seis primeiras causas de mortalidade por câncer. O perfil de consumo de alimentos que contêm fatores de proteção está abaixo do recomendado em diversas regiões do país. De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, que em 2010 entrevistou 54.367 pessoas, o padrão alimentar no país mudou para pior.
Apesar de consumir mais frutas e verduras, o brasileiro continua a comer
muita carne gordurosa (1 em cada 3 entrevistados) e tem optado por alimentos
práticos, como comidas semiprontas, que são menos nutritivas. A ingestão de
fibras também é baixa, onde se observa coincidentemente, uma significativa
freqüência de câncer de cólon e reto. O feijão, alimento rico em ferro e
fibras, que tradicionalmente fazia o famoso par com o arroz, perdeu espaço na
mesa dos brasileiros. Para agravar o quadro, eles também tem se exercitado
menos. Em 2006, 71,9% da população revelava comer o grão ao menos cinco vezes
na semana. Em 2010, a média caiu para 65,8%. No estado do Rio, a média de
consumo do feijão ainda é alta: 71,7%. A queda na média nacional pode ser
atribuída às mudanças na dinâmica da família brasileira, que tem tido cada vez
menos tempo de preparar comida em casa e o feijão tem preparo demorado. O
consumo de gorduras é mais elevado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste,
onde ocorrem as maiores incidências de câncer de mama no país.
Outro dado
negativo é que os refrigerantes e sucos artificiais - que têm alta concentração
de açúcar - têm ganhado espaço na preferência dos brasileiros. Ao todo, 76% dos
adultos bebem esses produtos pelo menos uma vez por semana e 27,9%, cinco vezes
ou mais na semana. O consumo quase que diário aumentou 13,4% em um ano. Entre
os jovens de 18 a 24 anos, a popularidade dos refrigerantes é ainda maior:
42,1% tomam refrigerantes quase todos os dias. Apesar de o mercado oferecer
cada vez mais versões com menos açúcar, como os diet e os light ,
somente 15% dos brasileiros optam por eles. Os jovens também preferem alimentos
como hambúrguer, cachorro-quente, batata frita que incluem a maioria dos
fatores de risco alimentares acima relacionados e que praticamente não
apresentam nenhum fator protetor. Essa tendência se observa não só nos hábitos
alimentares das classes sociais mais abastadas, mas também nas menos
favorecidas. O consumo de alimentos ricos em fatores de proteção, tais como
frutas, verduras, legumes e cereais, tem aumentado, mas ainda é baixo. Segundo
o levantamento do Ministério da Saúde, 30,4% da população com mais de 18 anos
comem frutas e hortaliças cinco ou mais vezes na semana. Entre os
entrevistados, 18,9% disseram consumir cinco porções diárias (cerca de 400
gramas) desses alimentos, mais do que o dobro do percentual registrado em 2006.
Em 2004, o cineasta americano Morgan Spurlock passou 30 dias se
alimentando exclusivamente no McDonald’s: café da manhã, almoço e jantar, sendo
monitorado por exames clínicos e acompanhado por um médico, para realizar o Super
Size Me. Chegou a consumir em média 5000 kcal (o equivalente de 6,26 Big
Macs) diáriamente durante o experimento
“Super
Size Me”: em 30 dias, o cineasta Spurlock ganhou 11 quilos, problemas no fígado, disfunção erétil e depressão
Spurlock, antes do experimento, mantinha uma dieta
variada, era saudável e magro, com 1,88 metro de altura e 84,1 quilos. No
final dos 30 dias, havia engordado 11,1 quilos, seu índice de massa
corporal se elevara de 23,2 para 27 (grande aumento de gordura),
sofreu problemas como mudanças de humor (um começo de depressão) e disfunção
sexual, além de danos ao fígado. O cineasta precisou de 14 meses para
perder o peso que havia ganhado.
No dia 10
de abril, passado, o projeto completou 4 anos e — pasmem! — estava tudo
igualzinho ao primeiro dia. As fotos, todas as 1.545 delas, estão expostas
em seu site, e em seu espaço no flickr, e mostram que a única variação
se deu no pão do hambúrguer, que se partiu em alguns pedaços devido ao
ressecamento.
“Eu
demoro a acreditar que se passaram dois anos desde o dia em que o comprei”,
disse a fotógrafa dà agência espanhola de notícias EFE dois anos e meio atrás.
“Eu pareço dois anos mais velha, mas para o hambúrguer o tempo não passa”.
·
Com
o passar do tempo, a fotógrafa ficou estupefata: o sanduíche e as batatinhas
continuavam com a mesma aparência, não mostrando sinais de alteração. Como se
fossem de borracha ou de isopor.
Como Diminuir o Risco de Ter Câncer
Evite
componentes potencialmente cancerígenos. Exemplos desses componentes são o formaldeído (encontrado na exaustão de
carros e em produtos selantes), benzina, asbestos e outros. Em geral, tente
evitar fumaças de automóveis e outras impurezas do ar.
Não fume. Deixar de fumar é uma das
decisões mais importantes que você pode fazer pela sua saúde. Isso pode reduzir
o risco de vários tipos de câncer, incluindo câncer de pulmão, de esôfago, da
laringe, boca, bexiga, rins, pâncreas, colo do útero e estômago. A cada vez que
você fuma um cigarro, você inala mais de 50 substâncias que podem fazer suas
células terem câncer.
Consuma mais Vitamina D. Estudos recentes indicam que as pessoas que tem mais vitamina
D no sangue tem quatro vezes menos chances de desenvolver câncer. A dosagem
correta de vitamina D ainda é discutida, mas é sugerido de 4 a 5 mg por dia.
Fontes de vitamina D são a gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de
peixes como salmão, sardinha e atum.
Coma uma variedade de comidas saudáveis. Mesmo que não seja garantido, uma dieta saudável
pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer. De acordo com pesquisas,
aproximadamente 30% dos cânceres estão relacionados à nutrição, incluindo a
obesidade.
Diminua a ingestão de gordura saturada. Escolha alimentos com baixo teor de gordura ou sem
gordura. Dietas ricas em gordura podem aumentar o risco de câncer da próstata,
do cólon e útero. Um modo de diminuir a ingestão de gordura saturada é limitar
o consumo de carne e incluir mais refeições sem carne na sua dieta. O movimento
do “Meatless Monday”, ou Segunda-Feira sem carne é uma campanha americana de
saúde pública que encoraja as pessoas a ficar sem carne um dia por semana para
diminuir o risco de doenças cardíacas, câncer, obesidade e diabetes.
Consumo de vegetais e prevenção de câncer
Em relação às propriedades preventivas dos vegetais a
diversos tipos de câncer, estudos provenientes de várias universidades indicam
que compostos naturais encontrados na maioria dos legumes
e também em farelo de trigo e em frutas secas, como o inositol pentaquisfosfato, bloqueiam a
atividade da enzima fosfoinositídeo 3-quinase, envolvida no
crescimento de tumores. Um estudo com 3
mil pessoas nos Estados Unidos, por exemplo, publicado no Journal of the
American Medical Association e realizado pela Universidade do Texas, indicou que as
pessoas que consumiam maiores quantidades de soja e feijão
tiveram menos risco de câncer de pulmão.
O mesmo feijão, juntamente com arroz, foi apontado num estudo elaborado pela
Faculdade de Saúde Pública da USP como um fator de diminuição do risco de apresentar câncer oral.
Tais propriedades preventivas são encontradas até mesmo
em casos de doenças degenerativas, como o Mal de
Alzheimer. De acordo com pesquisas realizadas na Universidade da Califórnia, o ácido fólico,
que é encontrado na banana, na laranja e em verduras de folhas verdes, como o brócolis,
pode diminuir pela metade o risco de uma pessoa desenvolver tal doença. No caso do brócolis especificamente, seu
consumo pode reduzir o risco de desenvolver formas agressivas de câncer de próstata, tal como indica artigo
publicado no Journal of the National Cancer Institute. Raphaelle Varraso,
pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Médica e de Saúde na França,
afirma que as frutas,
as verduras,
os legumes
e os ácidos graxos ômega 3
provavelmente são os responsáveis pelo efeito protetor, e que as carnes
vermelhas, as carnes processadas e as batatas
fritas aumentam significativamente o risco de contrair uma doença
pulmonar obstrutiva crônica, o termo genérico para bronquite crônica e enfisema.
Em dezembro de 2007, mais uma vez dois novos estudos,
apresentados numa reunião internacional de oncologistas, na Filadélfia,
ratificaram os dados previamente apresentados de que verduras e frutas são um
importante aliado na prevenção do câncer. Nesse contexto, Laura Kresty,
professora de oncologia na Universidade de Ohio, afirmou que "as
dietas baseadas em vegetais, e especialmente o maior consumo de frutas, se
relacionam estreitamente com uma redução no risco de adenocarcinona
esofágico".[7]
O segundo estudo, por sua, foi apresentado por Yueshan Zhan, professor de
oncologia do Instituto do Câncer de Roswell Park, no estado de Nova York,
que afirmou que "a bexiga é como um bolso e ali o câncer se desenvolve
principalmente nas paredes internas, provavelmente porque esse tecido fica em
contato com as substâncias nocivas da urina". Cabe ressaltar que ambos os
estudos repetiram a advertência de que o impacto só se manifesta quando os
vegetais são consumidos crus, não cozidos, uma vez que o cozimento pode
eliminar até 60% dos isotiacianatos. Isso faz da alimentação uma aparente alternativa para aqueles que
buscam uma vida mais saudável através da alimentação de vegetais crus.
Casos globais de câncer devem crescer 75% até 2030 |
O
número de pessoas com câncer deve crescer mais de 75 por cento no mundo todo
até 2030, num aumento provocado principalmente pela adoção de insalubres
estilos de vida "ocidentalizados" em países pobres, apontou um
estudo divulgado nesta quinta-feira pela Agência Internacional para a
Pesquisa do Câncer (AIPC), com sede em Lyon, ligada à Organização Mundial da
Saúde.
Segundo
os especialistas, a melhora na qualidade de vida dos países pobres nas
próximas décadas terá como contrapartida um aumento nos casos de câncer
associados a alterações na alimentação, sedentarismo e outros hábitos
nocivos. Os cânceres de mama, próstata e colorretal devem ser os de maior
aumento.
"O
câncer já é a principal causa de mortes em muitos países de alta renda e deve
se tornar uma grande causa de morbidade (doença) e mortalidade nas próximas
décadas em todas as regiões do mundo", disse Freddie Bray, da seção de
informação sobre o câncer da AIPC.
Esse
foi o primeiro estudo a examinar como as taxas atuais e futuras do câncer
podem variar entre países ricos e pobres, conforme as medições definidas pelo
índice de desenvolvimento humano (IDH) da Organização das Nações Unidas
(ONU).
Os
pesquisadores descobriram que os países mais subdesenvolvidos, principalmente
da África Subsaariana, têm mais casos de câncer ligados a infecções, especialmente
o câncer de colo do útero, mas também de fígado, estômago e sarcoma de
Kaposi.
Já países mais ricos, como Grã-Bretanha, Austrália, Rússia e Brasil, têm mais casos associados ao tabagismo, como o câncer de pulmão, à obesidade e à má alimentação.
Os pesquisadores
disseram que a melhoria na qualidade de vida dos países menos desenvolvidos
provavelmente levará a uma redução nos cânceres relacionados a infecção, mas
que provavelmente haverá um crescimento nos tipos hoje associados a nações
mais ricas. Eles previram que países de renda média, como China, Índia e
África do Sul, podem ter um aumento de 78 por cento nos casos de câncer até
2030.
Nos países menos desenvolvidos, o aumento no número de casos pode chegar a 93 por cento, mostrou o estudo publicado no jornal Lancet Oncology. O estudo usou dados da Globocan, um banco de dados compilado pela AIPC com estimativas sobre a incidência e mortalidade decorrente do câncer em 2008 em 184 países. Os pesquisadores definiram como os padrões dos tipos de câncer mais comuns variam segundo quatro níveis de desenvolvimento humano, e então usaram essas conclusões para projetar como o câncer deve afetar cada tipo de país nos próximos 18 anos. Os sete tipos de câncer mais comuns no mundo são: pulmão, mama, colorretal, estômago, próstata, fígado e colo do útero. |
(Jan 2015) Câncer de Pulmão estágio
4, Dieta Budwig
(email enviado pelo Phillip M, Virginia, EUA, a nossa clínica, 27 Jan
2015) Eu gostaria de compartilhar nosso caso. Dia 14 de Outubro/2014 minha mãe de 80 anos de idade foi diagnosticada
com câncer de pulmão estágio 4 que tinha metastizado em várias
áreas, incluindo os gânglios linfáticos e a crista ilíaca. Eles estimaram que
ela poderia ter uns 2-3 meses. Eles também sentiram que a quimio seria
imprudente devido ao seu estado avançado. Além disso, eles sugeriram fazer
arranjos para cuidados paliativos e cuidados caseiro. Ela foi mandada para
casa sendo prescrita com vários analgésicos e 24 horas de oxigênio a 5 litros.
Nosso
visita seguinte com o oncologista e revisão de raios-X revelou hoje uma massa
quase indiscernível(impossível de se ver)no pulmão, calcificação/crescimento
ósseo na crista ilíaca, sem anomalias nos linfonodos. Eles já fizeram uma
visita de acompanhamento para o dia 28 de Abril.
Ela
parou de tomar os remédios para dor dia 27 de Dezembro (2014) e não teve
nenhuma necessidade para o "oxigênio mecânico" fazem 3 semanas
agora.
Nós
dois atribuimos grande parte desta melhoria ao Protocolo Budwig. As orações, boas
vibrações e pensamentos de amigos e familiares também tem sido uma grande
ajuda.
Podemos
falar apenas de coisas boas a respeito do Protocolo Budwig. Teria sido
grandeoso ter iniciado o tratamento em sua clínica, mas eu acredito que nós
temos beneficiado muito seguindo seguindo as orientações. Muito obrigada,
Phillip
Dicas: O Dr. Gene aconselhou ela a permanecer na
terapia de oxigênio, se possível. Este terapia é algo que ele oferece e
aconselha a todos seus pacientes. Ele a aconselhou 2 horas por dia, todos os
dias. Em 92% +/- oxigênio de máquina concentradora elétrica apenas, não
tanque de 100% oxigênio, o que é muito puro.
(29 Jan 2015) Comentário
Inspiracional no facebook da Lucimara Vasconcelos, Niterói, Cancer de Mama
Categoria 5
Olá eu tb fui diagnosticada com cancer de mama categoria 5 mudei toda
mh alimentação, tirei o acúcar e carboidrato fiz muitos sucos detox a 4 meses
venho me alimentando de comidas simples com muita salada crua crucíferas,
faço meu leite vegetal com castanhas do para e sementes de abobora, e outras
sementes, tb estou fazendo uso da Aloe vera q tem todos os nutrientes e
vitaminas. Tb faço uso de ômega 3, iodo, magnesio, vitamina d3 10.000UI e
alguns dias atras veio o resultado da mh lamina(biopsa) dizendo q nao teve
invasão e meu nivel agora e 3 mesmo nao estando no meu organismo temos
condições de mudar todo um historico, com muita fé em Deus e minha
positividade assim q soube. Eu qndo soube eu nunca me desesperei e tive medo,
por isso estou fazendo tudo q Deus quer q eu faça; me alimentando como tem
que ser. O cancer so é um sintoma q algo não esta direito no seu organismo.
Por isso agora me sinto muito melhor q antes. Suco detox pra desintoxicar o
intestino e ficar alcalina. Bebo uma agua de ph 8,89 estou melhor q antes.
Daqui a 8 dias vou pegar todos os meus exames. O nódulo são apenas nossos
globos brancos tentando acabar com a colonia de fulgos q dizem que são
tumores. Sempre pensei positivo e qndo soube fui atras de pesquisas e hoje
estou sabendo mais do q os médicos, principalmente de nutrição, coisas q
medicos não são capazes de informar qual a sua alimentação. O que eles querem
é tratar com quimeo e radioterapia. A 400 anos antes de cristo o pai da
medicina ja dizia: "que seu alimento seja o seu
remédio e que seu remédio seja o seu alimento."
(6 Jan 2015) e via email, Lucimara Vasconcelos, cancer de mama
Olá! Eu me chamo Lucimara, sou brasileira moro na cidade de Niterói, e
fui desiguinosticada com cancer de mama, a 7 meses mais ou menos e nao sou a favor de radioterapias e quimioterapias. Qndo descobrir a
doença e fiz muitas pesquisas e em uma delas encontrei o Dr Lair Ribeiro
cardiologista e Nutrólogo e o Dr Alberto Gonzales com comidas vivas e ate
mesmo a terapia Gerson. Imediatamente tirei o açucar e o carboidrato e
comecei a fazer uso de detox ja se passaram 3
meses e sinto q ja estou alcalina, devido a mh lingua estar rosada qndo
acordo e mh pele macia. tenho usado agua PH 7,89 e uso vitamina d3, omega 3,
magnesio, complexo de vitamina B, Iodo, e Sentro da mulher q vem com b12,
calcio e outros nutrientes. Ontem dia 05/01/2014, tive uma consulta
convencional, pq mh mãe quer q eu faça quimio e eu nego ser tratada por essa
maneira. Sou uma pessoa alegre e qndo soube agradeci muito a Deus por tudo,
pq descobrir uma alimentação rica em nutrientes. Nunca bebi e fazia uso de
musculação ate um ano atras parei do nada, parecia q Deus ja estava agindo na
minha vida, pq fazia uso de peso. Bom, hoje me sinto muito bem... Como tudo
na minha vida Deus que comanda, eu so tenho q agradecer esse gesto divino de
todos. Um grande abraço, e um bjo no coração de todos. Lucimara
|
(Fev 2014) Tumor no Cérebro,
Protocolo Poly-MVA
Depoimento Fantástico do João Batista
Alves de Queiroz, Araguaina/Tocantins/Brasil, tumor no cérebro
(email da Dirce Queiroz) "Recebemos notícias
maravilhosas. O João ganhou vida nova e agora pela 1a vez já está agora
dirigindo, e super feliz!"
(email da Dirce Queiroz) Estou aqui pra falar um pouco sobre o
problema de saúde de meu irmão João Batista Alves de Queiroz. Em Agosto de
2012 foi diagnosticado um tumor em seu cérebro. Em Janeiro de 2013
ele foi submetido a uma cirurgia em Goiânia, onde saiu o resultado da biópsia
como Gliomatose Cerebral de grau leve. (...)
Depois de uns 15 dias, internado no Hospital de Câncer em Barretos,
meu irmão não estava mais conseguindo andar,
falava algumas palavras com dificuldades, não aceitava mais alimentação, sentia tontura e
ânsia de vômito, e raramente reconhecia as pessoas mesmo que da
família." (...)
Continuamos a dar os suplementos e de pouco a pouco fomos vendo as
melhoras ir acontecendo. Recebeu alta do hospital já prontamente andando,
ainda com ajuda de alguém pra se afirmar, falando normalmente e se
alimentando. No dia 23 de Julho, ele voltou ao médico pra revisão, e a médica
quando viu meu irmão levou o maior susto e disse: "Seu joão!!! O Sr. Está bem.... o que houve? Eu não esperava
ve-lo assim tão bem. Sendo assim vamos retornar a quimio, pq vc está muito
bom.
|
Principais Tipos de Tratamentos
Cirurgia - é a modalidade de tratamento
mais antiga e mais definitiva, principalmente quando o tumor está em estágio
inicial e em condições favoráveis para sua retirada.
Quimioterapia - a quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos extremamente
potentes no combate ao câncer, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir
o crescimento das células doentes.
Radioterapia - é o mais utilizado para tumores localizados que não podem ser
retirados por cirurgia (ressecados) totalmente, ou para tumores que costumam
retornar ao mesmo local após a cirurgia.
Hormonioterapia - a hormonioterapia é um tratamento que tem como objetivo impedir a
ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. A
hormonioterapia age bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o
órgão alvo.
Terapia Oral - entre 1998 a 2007, cerca de 25% de todos
os agentes em pesquisa intitulados terapias alvo já eram planejados para uso
oral, e essa proporção é crescente. O tratamento antineoplásico oral é uma
preferência dos pacientes oncológicos, pela menor necessidade de visitas ao
consultório médico e pela praticidade da administração. Do ponto de vista
técnico-assistencial, não há necessidade de acesso venoso, nem de internação do
paciente. Muitas terapias orais atualmente são usadas de forma contínua, com
resultados animadores e em termos de custos de tratamento oncológico, há
inúmeros estudos que apontam para um impacto positivo desses tratamentos,
independentemente do estágio e de seu caráter.Terapia Alvo - em sua definição mais simples, a terapia alvo implica em um tratamento que tem um alvo molecular específico. Para receber esse nome de forma mais apropriada, deveria agir sobre um processo biologicamente importante, preferencialmente um processo que seja central na fisiopatologia da neoplasia. Esse alvo deve ser mensurável na clínica e deve estar correlacionado com o resultado clínico quando essa terapia alvo for administrada. Torna-se patente, então, a necessidade de testes laboratoriais apropriados capazes de garantir a correlação entre os alvos biológicos e a clínica médica.
Para o tratamento do câncer a cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia podem ser realizadas de forma isolada ou em combinação, lembrando que a melhor opção de tratamento deve ser definida por seu médico segundo o tipo de câncer e o estadio da doença.
Assim, em alguns anos o oncologista poderá solicitar exames sobre múltiplas vias metabólicas dos seus pacientes sem a necessidade de procedimentos invasivos. A medicina personalizada ainda está no seu início, mas com a grande quantidade de alvos já descoberta e com a grande quantidade de moléculas em desenvolvimento, existe a perspectiva de um futuro mais promissor para o tratamento do câncer.
Como toda
doença, alguns tipos de câncer têm cura e outros não. Tudo depende
essencialmente do tipo de tumor maligno e do estágio em que esse câncer se
encontra. As possibilidades de cura estão diretamente relacionadas com tempo em
que o tumor é detectado no paciente. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico,
mais chances de o tratamento dar certo. Se o diagnóstico for feito tardiamente,
o índice de cura do câncer diminui e complicações podem aparecer mesmo depois
de esse tumor ter sido tratado.
É importantíssimo lembrar que
mesmo pacientes que não têm cura podem viver por muitos anos com boa qualidade
de vida, com a doença controlada e tratada, como qualquer doença crônica. Isto
é comum em oncologia, portanto, ainda mais por esta razão, todo caso de câncer,
mesmo em fase adiantada, deve ser visto por um oncologista.
Lembre-se que muitos tipos de câncer podem ser curados e outros podem ter tratamentos que proporciona uma vida relativamente normal. Geralmente, o câncer necessita de um tratamento prolongado. A doença não tratada pode agravar-se, invadindo órgãos do corpo de maneira generalizada, impedindo o funcionamento normal do organismo e levando à morte.
Nos
primórdios do século XX, a sociedade enxergava o câncer como uma condenação à
morte o que fez com que muitas pessoas não acreditassem que um tratamento
adequado pode levar, sim, à cura do câncer. A Medicina e outras ciências, nos
últimos anos, acumularam conhecimentos suficientes para chegar à cura de vários
tipos de câncer. O importante é descobrir o câncer no início e tratá-lo
adequadamente.
O surgimento de novas técnicas,de
diagnóstico e os esforços de pesquisadores das mais diversas áreas sobre o
câncer permitiram que avanços voltados para a cura do câncer fossem atingidos.
Basta olharmos para a situação que ocorria há 10 ou 20 anos. Atualmente, é
importante lembrar que o câncer é uma doença que, em alguns casos, só tem cura
se detectado no início. No entanto, a alta incidência de câncer e o estágio em
que, infelizmente, é detectada a maioria deles, fazem com que o câncer continue
sendo um estigma ou mesmo um tabu para muita gente. A falta de informação
aliada à crença de que o câncer não tem cura acaba por gerar uma atitude de
medo. Esse receio faz com a pessoa não queira saber se tem algum tumor maligno
logo no começo da doença. É uma pena porque nos estágios iniciais as
possibilidades de cura do câncer são bem maiores.
Se
pensarmos em termos estatísticos, podemos afirmar que o câncer é a doença
crônica mais curável atualmente. Cerca de 50% dos casos, nos países
desenvolvidos, são curados. No Brasil estima-se que este número seja menor,
devido ao fato de que os diagnósticos são feitos bem mais tardiamente.
Podemos,
portanto, concluir que há casos de câncer que têm cura e outros não. A
probabilidade de cura depende basicamente do tipo de câncer e do seu estágio.
Alguns tumores malignos têm alto índice de cura mesmo em fases avançadas.
Outros tipos de tumores malignos que se espalham rapidamente pelo sangue, para
outros lugares do corpo ou insistem em voltar, apesar dos tratamentos
disponíveis já são mais difíceis e apresentam baixo índice de cura e mais
complicações.
Evangelos Michelakis é pesquisador de câncer
da Universidade de Alberta que, há três anos, descobriu que uma substância
química comum, não tóxica, conhecida como DCA, abreviação de dicloroacetato,
parece inibir o crescimento de tumores cancerígenos em ratos. O mecanismo pelo qual DCA funciona é extremamente simples: mata a maioria dos tipos de células cancerosas através da alteração da forma como elas metabolizam o açúcar, causando-lhes autodestruição sem afetar tecidos normais.
Após os testes em animais, Michelakis fez testes de DCA em células cancerosas humanas em laboratório. Em seguida, conduziu testes clínicos em humanos. Seus resultados foram encorajadores: o tratamento com DCA pareceu estender a vida de quatro dos cinco participantes do estudo.
Michelakis não patenteou sua descoberta. Não é porque ele não quer, mas porque não pode: quando se trata de patentes, DCA é um produto químico barato, amplamente utilizado, que ninguém pode possuir.
Bom, então eis a questão: se há uma nova substância com potencial de ajudar muito no tratamento de câncer, porque não ouvimos falar nela?
No mundo de hoje, essas drogas não atraem facilmente financiamento. A grande indústria da farmácia não está exatamente ignorando o DCA, e nem suprimindo sua pesquisa; apenas não está ajudando. Por quê?
O desenvolvimento de drogas é basicamente um grande negócio, e investir na droga sem patente simplesmente não é um bom negócio, porque não haverá lucro. Em um mundo onde a droga para câncer Avastin – patenteada pela empresa farmacêutica Genentech/Roche – custa aos pacientes cerca de 80.000 dólares por ano sem nenhuma comprovação de que prolonga a vida, não ha espaço para DCA.
Segundo farmacologistas, as empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidos com lucro. Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba se tornando uma droga aprovada.
Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos a 7 a 10 anos de testes, com um custo total médio de 500 milhões de dólares, o que pode ser em vão se a droga não receber aprovação de instituições reguladoras. E mesmo se isso ocorrer, apenas 3 de cada 20 drogas aprovadas geram lucros suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento.
O lucro é o incentivo para o risco que a empresa corre. E seria quase impossível lucrar em uma droga como dicloroacetato. Se ele for mesmo eficaz, então será uma droga ridiculamente barata. Segundo especialistas, a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação.
Embora as organizações de saúde dos governos, como o Instituto Nacional de Câncer americano, deem bolsas para ajudar a financiar testes clínicos, elas não são suficientes para fazer com que o DCA seja aprovado como um tratamento contra o câncer.
A pesquisa em DCA se move muito mais lentamente do que se uma empresa farmacêutica pagasse a conta. Mais o financiamento de base já permitiu um progresso. Michelakis reuniu cerca de 1,5 milhões em nove meses, o suficiente para financiar um estudo detalhado do tratamento com DCA em cinco pacientes com câncer cerebral. Porém, o estudo foi pequeno e não houve controle com placebo, o que torna seus resultados inconclusivos.
Apesar da escassez de testes clínicos, um médico canadense, Akbar Khan, prescreve DCA para seus pacientes com câncer. Isso pode ser feito no Canadá, porque o DCA já está aprovado para o tratamento de distúrbios de metabolismo.
Segundo ele, 60 a 70% dos pacientes que falharam com tratamentos padrão responderam favoravelmente ao DCA. A droga foi eficaz, e teve resultados interessantes: um dos pacientes tinha vários tumores, incluindo um particularmente preocupante na perna; o DCA estabilizou significativamente o tumor e reduziu a sua dor.
Atualmente, Khan tem três pacientes com cânceres incuráveis que estão em remissão completa, provavelmente curados, graças à combinação do DCA com tratamentos convencionais paliativos (não curativos).
Pequenos estudos, no entanto, não serão suficientes para provar que o DCA funciona. E sem a ajuda das grandes empresas, isso terá que acontecer de uma forma singular. Poderia ser uma experiência social, na qual fundos públicos ajudassem. O grupo de pesquisa está começando a estabelecer relações com alguns hospitais de câncer de destaque e, eventualmente, órgãos federais como o Instituto Nacional de Câncer poderiam perceber que há provas suficientes de sua eficácia e ajudar com o financiamento.
Suposto
medicamento Brasileiro contra o câncer
Fosfoetanolamina
Localização
Presente na membrana plasmática de células animais, e que
participa da síntese de fosfatidiletanolamina no retículo
endoplasmático, bem como de várias etapas do metabolismo celular,
como o metabolismo mitocondrial, síntese de acetilcolina, e síntese hormonal
Aplicações
Pode ter função antitumoral; ou seja, ação antiproliferativa, e estimular a apoptose. A fosfoetanolamina está intimamente relacionada com os mecanismo de regulação do potencial de membrana mitocondrial.Fosfoetanolamina foi estudada em ratos com leucemia e apresentou resultados satisfatórios. Porém, estudos em humanos ainda estão sendo realizados para que a liberação de produção comercialização e uso da droga seja segura (British Journal of Cancer (2013)
História
Outhouse em 1936 isolou a fosfoetanolamina de tumores malignos bovinos, fornecendo a primeira existência deste composto livre na natureza, e, após este trabalho, outros pesquisadores Outhouse E.L. encontraram a fosfoetanolamina em intestinos de ratos e em tecidos cerebrais de bovinos Awapara J.Cherbuliez e colaboradores em 1970 sintetizaram, caracterizaram e analisaram o comportamento químico de muitos ésteres fosfóricos, publicando trabalhos sobre o tema. A síntese descrita por estes pesquisadores envolveu inúmeras etapas, eles encontraram subprodutos.
Produção Industrial
A fosfoetanolamina é produzida em escala industrial pelo laboratório Santa Cruz Biotechnology dos EUA em Dalas, Texas.Mal de Alzheimer
Inúmeras pesquisas demonstram a sua relação com a variação da concentração da fosfoetanolamina em doentes de Alzheimer, Isquemia, Epilepsia, e Câncer
Os fatos sobre a fosfoetanolamina
Fosfoetanolamina não é remédio
A Universidade de São Paulo (USP) foi envolvida, nos últimos meses, na polêmica do uso de uma substância química, a fosfoetanolamina, anunciada como cura para diversos tipos de cânceres. Por liminares judiciais, a Universidade foi obrigada a fornecer o produto para os que a solicitam. Em respeito aos doentes e seus familiares, a USP esclarece:
Essa substância não é remédio. Ela foi estudada na USP como um produto químico e não existe demonstração cabal de que tenha ação efetiva contra a doença: a USP não desenvolveu estudos sobre a ação do produto nos seres vivos, muito menos estudos clínicos controlados em humanos. Não há registro e autorização de uso dessa substância pela Anvisa e, portanto, ela não pode ser classificada como medicamento, tanto que não tem bula.
Além disso, não foi respeitada a exigência de que a entrega de medicamentos deve ser sempre feita de acordo com prescrição assinada por médico em pleno gozo de licença para a prática da medicina. Cabe ao médico assumir a responsabilidade legal, profissional e ética pela prescrição, pelo uso e efeitos colaterais – que, nesse caso, ainda não são conhecidos de forma conclusiva – e pelo acompanhamento do paciente.
Portanto, não se trata de detalhe burocrático o produto não estar registrado como remédio – ele não foi estudado para esse fim e não são conhecidas as consequências de seu uso.
É compreensível a angústia de pacientes e familiares acometidos de doença grave. Nessas situações, não é incomum o recurso a fórmulas mágicas, poções milagrosas ou abordagens inertes. Não raro essas condutas podem ser deletérias, levando o interessado a abandonar tratamentos que, de fato, podem ser efetivos ou trazer algum alívio. Nessas condições, pacientes e seus familiares aflitos se convertem em alvo fácil de exploradores oportunistas.
A USP não é uma indústria química ou farmacêutica. Não tem condições de produzir a substância em larga escala, para atender às centenas de liminares judiciais que recebeu nas últimas semanas. Mais ainda, a produção da substância em pauta, por ser artesanal, não atende aos requisitos nacionais e internacionais para a fabricação de medicamentos.
Por fim, alertamos que a substância fosfoetanolamina está disponível no mercado, produzida por indústrias químicas, e pode ser adquirida em grandes quantidades pelas autoridades públicas. Não há, pois, nenhuma justificativa para obrigar a USP a produzi-la sem garantia de qualidade.
Os mandados judiciais serão cumpridos, dentro da capacidade da Universidade. Ao mesmo tempo, a USP está verificando o possível envolvimento de docentes ou funcionários na difusão desse tipo de informação incorreta. Estuda, ainda, a possibilidade de denunciar, ao Ministério Público, os profissionais que estão se beneficiando do desespero e da fragilidade das famílias e dos pacientes.
Nada disso exclui, porém, que estudos clínicos suplementares possam ser desenvolvidos no âmbito desta Universidade, essencialmente dedicada à pesquisa e à ciência.
Conclusão:
Câncer uma doença que comprovadamente não é dos
dias atuas, quem vem si arrastando e permanecendo nos jornais e boca de
populares e famosos por sua ação devastadora que vem matando e mudando vida de
milhões de pessoas todos os anos, com comprovação cientifica a relatos e
experiência de cura isoladamente espalhado pelo mundo todo por dietas e mudança
de vida agora com usos de medicamentos ainda em teste mais nada se sabe, com
provas e pesquisas acima mostra que a evolução da raça humana vem trazendo
benefícios e malefícios, com a revolução industrial, principalmente alimentício
que com o passar dos séculos vem trazendo facilidades de comidas rápidas e
enganosa, com índices de gorduras elevadas e propaganda de pessoas felizes e
magras e saudáveis uma fantasia que na realidade não existe nunca existira, como
disse anteriormente o câncer não vem dos dias atuas como relatamos acima mais
vem si agravando e cada dia si tornando mais forte de si combater e ter uma
chance de vitoria sobre a doença com alimentação dos dias atuais estas cada vez
mais difíceis de ter um quadro de expectativa de vida prolongado sem mais
demandas, o câncer si evoluiu de uma
forca agressiva com forma nossa
alimentação,campanhas do governo a cada ano mostra propagando que câncer tem
cura se for descoberto no estado de
inicio realmente através de cirurgias mais não vemos campanhas para alimentação
saudável,100%dos casos de câncer as pessoas mudam sua alimentação drasticamente
porque não fazer isso antes como se diz o Brasil tratar pessoas ele não previne
porque a industria farmacêutica do Brasil lucra muito com venda de medicamentos
todos os anos, devemos cobrar mais dos órgãos pois daqui a pouco esse novo
medicamento será mais uma balela como muitos outros que deram certo no começo
com algumas pessoas e animais ,por falta de estudos mais aprofundados vamos perder a chance de curar quem esta
doente por encobrimento da empresa e industrias farmacêuticas e alimentares que
lucram com morte e Enfermidades da população a cada ano.
Devemos
lutar e si conscientizar ter uma vida saudável para prevenir doenças como
câncer problemas no coração,pressão alta entre outras .
Estrito e pesquisado:
Daniel Sousa de faria
Estudante de farmácia
Brasil 22/10/2015
Referencias:
--Revistagalileu.globo.com
--blogdocancer.com.br
--Inca.gov.br --veja.abril.com.br
--Invs.ccom.br
--wikihow.com
--Quimicosaditivos.blogspot.com.br --wikipedia.org
--www.oncoguia.org.br
--www.crio.com.br
--hypesciencie.com
--www.curadocancer.com